Hoje fomos pelo segundo dia seguido ao parque, aproveitando a promoção do segundo ingresso grátis. O detalhe é que, para usá-lo, é preciso cadastrar biometria. Então, não dá pra transferir para outra pessoa.
Desta vez procuramos um estacionamento perto do parque, mas não dentro. Encontramos um logo em frente a R$10, ou seja, R$30 a menos do que no parque. No mesmo local havia uma placa sobre venda de capas de chuva. Como estava chuvoso, logo nos interessamos, mas as capas, que custavam R$5, tinham acabado. Então, compramos capas de chuva a R$10 dentro do parque mesmo.
Fomos direto pra fila do show Velozes e Furiosos, uma apresentação acrobacias de carros e motos. Logo que chegamos, às 12h15, a entrada foi liberada. Como o espaço é bem grande e não tinha tanta gente, entramos com facilidade e escolhemos lugar. Aos poucos foi enchendo, até que quase todos os lugares foram ocupados. Só ao chegar, percebemos que podíamos ter nos programado pra almoçar no restaurante temático que tem bem na entrada do espaço do show e que permite ver a apresentação mais de perto. Mas também ficamos na dúvida se a proximidade não ia comprometer a visibilidade (juro que não se trata da história da raposa e das uvas; de fato achamos que podia não ser tão bom). Mas conseguimos em bom lugar, na terceira coluna de cadeiras, no alto e bem no meio.
Quem quer sair pra ir ao banheiro, por exemplo, e voltar pra ver o show ganha um carimbo no pulso que permite o retorno.
Antes do show, três carros são apresentados ao público, divulgando o serviço de locação deles para uma volta com instrutor: Lamborghini, Covert e Jaguar. Um animador também sorteou um passeio no carro mais aplaudido pelo público, o Lamborghini.
É mostrado antes do show um clip com a música tema do filme "Velozes e Furiosos" e imagens de um dos protagonistas, Paul Walker, que morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro durante um evento beneficente.
A apresentação dos pilotos dura meia hora e segue a sequência do filme em que o Brasil foi um dos locais de filmagem. O cenário imita uma das cenas do filme.
Trata-se de uma perseguição com manobras que têm como diferenciais, além da velocidade, o sincronismo e a parte cênica. O mote é que o mocinho precisa entregar um envelope.
Às 13h55 já estávamos no trenzinho que mostra a fazenda do Beto Carrero. A volta durou 20 minutos.
O passeio inclui ver macacos de ver fade e bonecos gigantes em forma de jacaré, tartaruga, sapo, tatu...
Destaque para a parte dos dinossauros, um túnel escuro que aos poucos vai sendo iluminado, mostrando dinossauros gigantes sonorizados e com movimento.
A parte da fazenda do Beto Carrero também é interessante. Atores representam dois bandidos, que ameaçam as pessoas no trem, e um mocinho, o Beto Carrero, que salva o pessoal. Nosso Beto Carrero estava parecendo meio cansado, mas mesmo assim foi divertido.
Depois do trenzinho, demos uma parado pro almoço. Escolhemos o Ataliba, em que se paga R$37 e come-se à vontade. O buffet inclui legumes, saladas, arroz, feijão, churrasco, ovo frito e ovo de codorna colorido.
Depois do almoço, visitamos o Memorial Beto Carrero. Adorei ver o trailer que, segundo as explicações, o Beto Carrero usava pra fazer shows, antes da criação do parque.
Em seguida, conhecemos a Vila Germânica, onde há uma montanha russa que aparenta ser bem mais tranquila que as demais. Pelo menos é bem menor. Como estávamos com a barriga cheia, só passamos por ela. A vila é uma graça, com casas coloridas e jardins floridos.
Em seguida fomos conhecer e Ilha dos Piratas. Minha atração preferida foi a Casa dos Espelhos. Mas também gostei dos bonecos piratas que cantavam musiquinha e da Casa dos Piratas, com bonecos e tesouros.
Tentamos ir na roda gigante, mas como ela nunca dava um giro completo, trocamos pelo teleférico. Como estava chuviscando, as fotos não ficaram boas.
Já cansados, fomos para o espaço zen às 16h30, bem em frente ao Memorial Beto Carrero. Nossa intenção era ir pra fila no Memorial às 17h, pra assistir ao musical "O sonho do cowboy" às 18h. Mas, como às 16h54 já tinha uma pequena fila, fomos pra lá também. Primeiro nos revezamos entre a fila e o sofá que tinha na entrada, depois sentamos no chão na fila e às 17h10 um funcionário avisou que as pessoas podiam ocupar todo o local da entrada, não sendo necessário fazer fila pra aguardar a abertura do teatro. Nesse momento, todos levantaram e se aglomeraran perto da corda que bloqueava a entrada, que foi liberada por volta de 17h20.
A partir das 17h35, e por cerca de 10 minutos, um animador entreteve a plateia, com uma segunda entrada pouco antes do show, que começou às 17h58. Depois percebemos que era o Zé Galinha, um dos personagens do show.
Uma observação: o espaço horizontal no meio, entre os bancos que ficam mais perto do balco e os que ficam mais perto da janela, é usado pelos artistas para interações com a plateia. Fica a dica pra quem gosta e pra quem não gosta (\o/).
Foram 50 minutos de espetáculo, com direito a sózia de Beto Carrero, cavalo Faísca e muita dança. Achei lindinho.
Saímos do parque por volta de 19h. Quando chegamos no carro, havia de fato um senhor olhando os veículos estacionados, em plena noite fria de 19 graus! Pagamos, porque não aceitaram o dinheiro quando chegamos (!), e fomos embora. Cariocas com certeza entendem nosso espanto. Se fosse no Rio de Janeiro, certamente teríamos que pagar antecipado e na volta não teria ninguém tomando conta dos carros.
Na nossa opinião, dois dias são suficientes pra conhecer o parque, pelo menos na baixa temporada. De preferência deixando um dia livre no meio, porque ir dois dias seguidos cansa, viu...














































