domingo, 18 de setembro de 2016

Beto Carrero World - parte 2

Hoje fomos pelo segundo dia seguido ao parque, aproveitando a promoção do segundo ingresso grátis. O detalhe é que, para usá-lo, é preciso cadastrar biometria. Então, não dá pra transferir para outra pessoa.

Desta vez procuramos um estacionamento perto do parque, mas não dentro. Encontramos um logo em frente a R$10, ou seja, R$30 a menos do que no parque. No mesmo local havia uma placa sobre venda de capas de chuva. Como estava chuvoso, logo nos interessamos, mas as capas, que custavam R$5, tinham acabado. Então, compramos capas de chuva a R$10 dentro do parque mesmo. 
                       

Fomos direto pra fila do show Velozes e Furiosos, uma apresentação acrobacias de carros e motos. Logo que chegamos, às 12h15, a entrada foi liberada. Como o espaço é bem grande e não tinha tanta gente, entramos com facilidade e escolhemos lugar. Aos poucos foi enchendo, até que quase todos os lugares foram ocupados. Só ao chegar, percebemos que podíamos ter nos programado pra almoçar no restaurante temático que tem bem na entrada do espaço do show e que permite ver a apresentação mais de perto. Mas também ficamos na dúvida se a proximidade não ia comprometer a visibilidade (juro que não se trata da história da raposa e das uvas; de fato achamos que podia não ser tão bom). Mas conseguimos em bom lugar, na terceira coluna de cadeiras, no alto e bem no meio.
                          

Quem quer sair pra ir ao banheiro, por exemplo, e voltar pra ver o show ganha um carimbo no pulso que permite o retorno.
                        

Antes do show, três carros são apresentados ao público, divulgando o serviço de locação deles para uma volta com instrutor: Lamborghini, Covert e Jaguar. Um animador também sorteou um passeio no carro mais aplaudido pelo público, o Lamborghini.
                      

É mostrado antes do show um clip com a música tema do filme "Velozes e Furiosos" e imagens de um dos protagonistas, Paul Walker, que morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro durante um evento beneficente. 
                           

A apresentação dos pilotos dura meia hora e segue a sequência do filme em que o Brasil foi um dos locais de filmagem. O cenário imita uma das cenas do filme. 
                         

                         

                         

Trata-se de uma perseguição com manobras que têm como diferenciais, além da velocidade, o sincronismo e a parte cênica. O mote é que o mocinho precisa entregar um envelope. 
                         

Às 13h55 já estávamos no trenzinho que mostra a fazenda do Beto Carrero. A volta durou 20 minutos.
                         

O passeio inclui ver macacos de ver fade e bonecos gigantes em forma de jacaré, tartaruga, sapo, tatu... 
                         

Destaque para a parte dos dinossauros, um túnel escuro que aos poucos vai sendo iluminado, mostrando dinossauros gigantes sonorizados e com movimento. 
                         

                         

A parte da fazenda do Beto Carrero também é interessante. Atores representam dois bandidos, que ameaçam as pessoas no trem, e um mocinho, o Beto Carrero, que salva o pessoal. Nosso Beto Carrero estava parecendo meio cansado, mas mesmo assim foi divertido. 
                         

Depois do trenzinho, demos uma parado pro almoço. Escolhemos o Ataliba, em que se paga R$37 e come-se à vontade. O buffet inclui legumes, saladas, arroz, feijão, churrasco, ovo frito e ovo de codorna colorido.
                         

Depois do almoço, visitamos o Memorial Beto Carrero. Adorei ver o trailer que, segundo as explicações, o Beto Carrero usava pra fazer shows, antes da criação do parque.
                         

Em seguida, conhecemos a Vila Germânica, onde há uma montanha russa que aparenta ser bem mais tranquila que as demais. Pelo menos é bem menor. Como estávamos com a barriga cheia, só passamos por ela. A vila é uma graça, com casas coloridas e jardins floridos.
                                       

Em seguida fomos conhecer e Ilha dos Piratas. Minha atração preferida foi a Casa dos Espelhos. Mas também gostei dos bonecos piratas que cantavam musiquinha e da Casa dos Piratas, com bonecos e tesouros.
                         

Tentamos ir na roda gigante, mas como ela nunca dava um giro completo, trocamos pelo teleférico. Como estava chuviscando, as fotos não ficaram boas.
                         

Já cansados, fomos para o espaço zen às 16h30, bem em frente ao Memorial Beto Carrero. Nossa intenção era ir pra fila no Memorial às 17h, pra assistir ao musical "O sonho do cowboy" às 18h. Mas, como às 16h54 já tinha uma pequena fila, fomos pra lá também. Primeiro nos revezamos entre a fila e o sofá que tinha na entrada, depois sentamos no chão na fila e às 17h10 um funcionário avisou que as pessoas podiam ocupar todo o local da entrada, não sendo necessário fazer fila pra aguardar a abertura do teatro. Nesse momento, todos levantaram e se aglomeraran perto da corda que bloqueava a entrada, que foi liberada por volta de 17h20. 
                         

A partir das 17h35, e por cerca de 10 minutos, um animador entreteve a plateia, com uma segunda entrada pouco antes do show, que começou às 17h58. Depois percebemos que era o Zé Galinha, um dos personagens do show. 
                         

Uma observação: o espaço horizontal no meio, entre os bancos que ficam mais perto do balco e os que ficam mais perto da janela, é usado pelos artistas para interações com a plateia. Fica a dica pra quem gosta e pra quem não gosta (\o/).
                         

                         

Foram 50 minutos de espetáculo, com direito a sózia de Beto Carrero, cavalo Faísca e muita dança. Achei lindinho.

Saímos do parque por volta de 19h. Quando chegamos no carro, havia de fato um senhor olhando os veículos estacionados, em plena noite fria de 19 graus! Pagamos, porque não aceitaram o dinheiro quando chegamos (!), e fomos embora. Cariocas com certeza entendem nosso espanto. Se fosse no Rio de Janeiro, certamente teríamos que pagar antecipado e na volta não teria ninguém tomando conta dos carros.

Na nossa opinião, dois dias são suficientes pra conhecer o parque, pelo menos na baixa temporada. De preferência deixando um dia livre no meio, porque ir dois dias seguidos cansa, viu...




sábado, 17 de setembro de 2016

Beto Carrero World - parte 1


Hoje foi dia de conhecer o Beto Carrero, que fica na Penha, a cerca de 1h30 de carro de Jurerê. Pagamos R$ 2,30 de pedágio na ida e novamente esse valor na volta. Chegamos já meio tarde, às 14h. Já na bilheteria descobrimos que estava rolando uma promoção no mês de setembro de segundo ingresso grátis. Você pode comprar o ingresso e validar um segundo para usar até 2/10. Pagamos R$ 135 por cada ingresso. Então, decidimos que veríamos o que fosse possível e retornaríamos no dia seguinte. 


Fomos direto pra fila da montanha russa Fire Whip. 


São cinco loops (ou seja, cinco vezes de cabeça pra baixo) com as pernas ficam soltas, a mais concorrida do parque. Esperamos por 2h40 até conseguir andar no brinquedo, das 14h20 às 17h. No meio do caminho, o pessoal que usa o FastPass, que custa R$ 100 a mais no valor do ingresso e permite passar na frente dos demais que estão na fila, começa a parecer bastante antipático, porque faz com que os demais esperem ainda mais pra andar nos brinquedos.


Segundo o Leo, as voltas duram 1min30, contando aquela subida em que você se pergunta o que está fazendo ali, e o tempo até sair do brinquedo, em que você agradece aos céus pela trava de segurança ter funcionado direitinho. A troca de grupos que vão na montanha russa dura cerca de 3min40, lembrando que ao todo 20 pessoas andam no brinquedo por vez, sendo 12 da fila comum e 8 do FastPass. Esses cálculos ajudam a ter uma ideia do tempo de fila em função do número de pessoas. 


O segundo brinquedo foi o Free Fall. 


É uma espécie de elevador velho que despenca e depois da queda cai de costas, deixando as pessoas com as pernas pra cima e o tronco no chão. Fila bem mais tranquila, de 40 minutos. Chegamos nela às 17h20 e um pouquinho antes das 18h andamos no brinquedo. Aparentemente é tranquilo, mas não subestime a subida e a queda. 


Às 18h03 já estávamos na fila da terceira atração, a Star Mountain. Foi super rápida: às 18h20 já tínhamos andado no brinquedo. Mas bem divertida também. Em algumas voltas o corpo chega a descolar do encosto. Amanhã tem mais.


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Santa Catarina - conhecendo a Vila Germânica em Blumenau


Hoje foi dia de conhecer a Vila Germânica, em Blumenau. Saímos de Jurerê às 11h30, com sol e temperatura entre 23 e 26 graus, e chegamos às 14h, com tempo nublado, mas com algumas aberturas de sol. Pagamos um pedágio de R$ 2,30, também cobrado na volta. Fomos direto almoçar na Vila Germânica. 


Paramos no Bier Vila, eleito um dos 10 melhores bares de cerveja do Brasil. 


Estávamos curiosos pra provar a linguiça de Blumenau, que comemos acompanhada de polenta frita, igualmente deliciosa. O petisco saiu a R$ 45 e serve quatro pessoas tranquilamente.


Eu gostei muito do chopp Bierbaum Abacaxi (à esquerda na foto), produzido em Treze Tílias, Santa Catarina, e o Leo gostou do Bierland Pilsen, de Blumenau mesmo, a R$ 9 a taça de 300ml e R$ 14 a de 400ml. 


Depois fomos para o Café São Jorge. 


Tomamos um café e um chocolate quente (com gosto de chocolate mesmo!?). Lá tem um buffet self service de doces e alguns salgados a R$ 59 Kg. Comi um pedaço pequeno de torta de limão com massa de Negresco (bom, heim, minha gente) e um pão de mel com cobertura de chocolate e recheio de chocolate belga (gostoso também) ao custo de R$ 7.


De início fiquei meio decepcionada porque achei a Vila Germânica pequena. Contamos três restaurantes, muitas lojas de souvenirs e um café. Mas depois soube que outra área também é usada durante a Oktobeerfest (sim, é lá que o evento é realizado).

Pegamos bastante trânsito na volta. Saímos às 17h e só chegamos em Jurerê depois das 20h! Um trecho da estrada, na altura de Itajai, estava em obras. O restante era volume de carros mesmo. Gostamos bastante do passeio. Ficamos com vontade de voltar.



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Santa Catarina -Guarda do Embaú (sqn), ruas alagadas e restaurantesfechados


Saindo da Praia do Rosa, fomos em direção a Florianópolis pra chegar em Guarda do Embaú. O GPS indicava cerca de 1h de viagem até Palhoça, onde entendemos que ficava Guarda do Embaú. 

Chegando em Palhoça, encontramos várias ruas alagadas por conta da subida da maré, ocasionada por um ciclone. Em função do trânsito e da maré alta, não conseguimos ir a qualquer praia.

Chegamos em Jurerê famintos, por volta das 15h30, loucos pra almoçar. O primeiro restaurante que encontramos estava fechado. Pra nossa surpresa, o segundo e o terceiro também. Os que estavam abertos, em função do horário, não serviam mais comida! O único que encontramos era de comida congelada e não podia comer no local! Resumindo: em Jurerê, passou do horário do almoço, esquece, não come mais comida.

Passeando em Santa Catarina - Praia do Rosa


A viagem de avião do Rio a Santa Catarina foi cansativa. Fizemos conexão em São Paulo, o que fez a duração do voo passar de cinco horas. Chegamos no aeroporto já depois das 22h, o que teoricamente não nos permitiria retirar o carro da Avis que tínhamos reservado. Mas justamente naquele dia a empresa decidiu fechar às 23h, o que nos permitiu sair do aeroporto (a loja fica perto, mas não dentro) já com nosso Ford KA, com ar e 4 portas, cuja diária saiu por R$ 70,50 devido ao desconto do nosso banco.
Ficamos hospedados em Jurerê, a menos de 15 minutos de carro do Centro. 
Nosso passeio começou às 10h do dia 15 de setembro, uma quarta-feira de sol, com temperatura entre 21 e 24 graus. O primeiro destino foi a Praia do Rosa, a 1h30 de Jurerê. No caminho pagamos um pedágio de R$ 2,30, o que comparado a outros lugares do Brasil nos pareceu justo.
O visual é bonito, mas o vento frio, apesar do sol, desencorajou o mergulho. Há restaurantes de salada e comida saudável. Quando chegamos, vimos muitos surfistas, mas, apesar de haver ondas, não amedrontavam.
O centrinho é bonitinho, com lojinhas e pequenos restaurantes. Pra nós, pareceu uma mistura de Búzios-RJ com Itacaré-BA. Apenas passamos por ele, mais interessados em ver a Praia Rosa, na ida, e, na volta, seguir para a Guarda do Embaú, nosso próximo destino (sqn).

Capitólio: Passeios Canyon, Vale dos Tucanos, Lagoa Azul e Paraíso Perdido


                            

Fizemos os dois passeios no mesmo dia, no feriado de 7 de setembro. Fomos de lancha no passeio para ver o Vale dos Tucanos, a Cascatinha, os Canyons e a Lagoa Azul. 

Contratamos o serviço no Restaurante do Rio Turvo, de onde saem as embarcações, sempre a partir das 9h. Pagamos R$ 70 por pessoa. O pagamento só pode ser feito em dinheiro ou cheque. Na lancha foram ao todo 14 pessoas, incluindo o piloto e uma criança.O passeio durou duas horas. Saímos 10h30 e retornamos às 12h30. É permitido levar bebidas na embarcação.

A água em que se mergulha é gelada, com temperatura em torno de 22 graus. As vistas são lindas e as fotos ficam maravilhosas. É bom levar um chinelo preso no pé porque na Lagoa Azul e no Paraíso Perdido é útil. Vimos gente com chinelo arrebentado. Fora que tentar segurar o chinelo no pé é mais uma preocupação, além do receio de escorregar nas pedras íngremes e molhadas.


A primeira parada da lancha foi no Vale dos Tucanos. O visual é bem bonito.


Depois fomos ver a Cascatinha, onde o mergulho não é permitido.



Nos Canyons, achei bem legal tomar banho debaixo da queda d'água. Como a pressão não estava forte, foi uma delícia sentir a água caindo na cabeça e na sola dos pés. É válido usar um óculos de mergulho, porque a água na vista incomoda um pouco. Um acessório para ajudar a boiar também, caso não esteja de colete.


Neste passeio, o que menos gostei foi a Lagoa Azul. O acesso é ruim, tem que passar por uma subida com pedrinhas. Fiquei com medo de escorregar e me ralar toda. E isso tudo pra ver um visual que pra mim foi apenas ok na hora. Mas, ao ver as fotos depois, percebi que foram as que ficaram mais bonitas. Logo depois que saímos da Lagoa Azul, uma mulher começou a cobrar R$ 10 por pessoa pela visitação. Pelo que entendemos, alí é uma propriedade particular. Então, prepare-se para esse custo. O bar flutuante da Lagoa Azul não estava funcionando, mas já tinham nos avisado que não valia a pena o consumo por ser muito caro.

Saindo desse passeio, fomos almoçar. A ideia era almoçar no Paraíso Perdido. Como não aceitava cartão, fomos em direção a Passos, que ficava a 30 Km. Mas, 6Km depois da entrada do Paraíso Perdido, paramos em um posto BR para abastecer e descobrimos lá um restaurante muito gostoso, a R$ 11,90 por pessoa, podendo comer à vontade e com direito à sobremesa. Então comemos e voltamos pro Paraíso Perdido.

                     

Pagamos R$ 35 por pessoa. No local tem um pequeno restaurante, banheiros e estacionamento. O caminho pra cachoeira é sinalizado com desenhos de pegadas vermelhas nas pedras. A trilha vai em direção à cachoeira, subindo pelas pedras. É bem curta, mas a subida é difícil, com pedras escorregadias. 

                                          

Há até um trecho que tem uma corda para ajudar no equilíbrio. Chegando lá em cima, achei a cachoeira só ok. Não subiria novamente. Ficaria na primeira piscinha da trilha, que é bem agradável e tem vários filhotes de peixe nas partes em cima das pedras. 

                                           

Mas ficar o tempo todo dentro d'água dá hipotermia (hehe) e ficar muito tempo sentado nas pedras dói o bumbum. Então, acho que também não é um passeio de muito tempo. Pelo menos não na parte da cachoeira.

Concluindo, não foi nossa viagem preferida. Foi apenas ok. Mas, essa foi nossa impressão. Achamos muito longe para ir do Rio de Janeiro para Capitólio de carro (foram 8h de estrada!) para ver apenas cachoeiras e tomar banho de água gelada. Enfim, não desbancou Barra Grande, nosso destino favorito no Brasil. Mas depois dalí fomos para Santa Catarina e tivemos agradáveis surpresas. O estado certamente entrou no hall dos nossos favoritos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Ida do Rio de Janeiro para Capitólio/Passos-MG

Nosso destino desta vez é Capitólio, em Minas Gerais, que descobrimos se tratar tanto do nome de um município como de uma cidade. Foram 8h de viagem até a cidade, indo pela BR 040 (Rodovia Washington Luís), depois pegando a BR 265, a BR 381, a BR 354 e por fim a MG 050. Primeiro seguimos as placas para Belo Horizonte, depois para Formigas, Piumhi e enfim Capitólio. Usar um GPS é bem útil.

A quantidade e o valor dos pedágios nesse trajeto surpreendeu. Foram R$ 52,80 gastos com seis pedágio só na ida, sendo três no valor de R$ 12,80, dois no valor de R$ 5,10 e um de R$ 4,80. Por isso, recomendamos a rota que passa pela Rodovia Presidente Dutra, onde na volta pagamos apenas dois pedágios, ambos no valor de R$ 13,80, totalizando R$ 27,60.

Especialmente no trajeto que fizemos na ida, a estrada tem apenas uma faixa na maior parte do caminho, o que faz com que os caminhões tornem a viagem mais lenta. Outro ponto ruim dessa rota é que há muitas curvas, o que torna a viagem mais cansativa. Mas, pelo o asfalto é bom, sem buracos. O trajeto que fizemos na volta teve mais retas, mas, mesmo assim, não tem muito como fugir das curvas.

Na cidade de Capitólio, ficamos no Hotel Cyrilo, o melhor preço que encontramos na região: diária a R$ 170 o casal com café da manhã, no quarto Standard, sem vista para o lago e sem ar condicionado, mas com ventilador, chuveiro com água quente e TV. O hotel também serve refeições. Os pratos executivos, individuais, custam de R$ 16 a R$ 20. Acomodação sem grandes luxos, ok para passar a noite e tomar um café da manhã simples. Também servem a cerveja produzida no local, a Scarpas, que custa R$ 18 a garrafa de 600 ml e tem três tipos. A vista para o lago é bonita e pode ser vista da recepção.