Aliás, os restaurantes em geral possuem sua própria produção de ostras. Elas são colhidas diariamente, segundo nos contou um dos garçons do restaurante Restinga.
Enquanto no Rio de Janeiro paga-se facilmente cerca de R$30 por meia dúzia de ostras, que já viajaram vários quilômetros até chegar em terras cariocas, nos restaurantes Restinga e Pitangueiras, um ao lado do outro, em Sambaqui, pagamos cerca de R$ 12 por meia dúzia de ostras e R$ 20 pela dúzia. Aí carioca faz a festa, né... Comemos ostra ao bafo, com molho vinagrete, molho branco, natural...
Aprendemos até a ver quando a ostra está fresca mesmo: quando ela está natural, ao colocar limão ela encolhe.
Passeando pelos bairros, vimos várias casas com três janelas. Um amigo nos contou que Floripa é conhecida como a Ilha da Magia por causa das lendas envolvendo bruxas e seres mágicos que eram levados para o local, para serem isolados da sociedade (não me aprofundei muito bem na história, é só para introduzir o assunto aqui). Essa placa aí da foto, tirada em Coqueiros, fala um pouco dessa magia do local.
E como não podia ser diferente, o pôr do sol no local é lindo, mesmo assim com nuvens. Esse aí foi registrado em Cacupé.
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